20130830

Espionagem? Não diga...!

Malditos Bots "estadunidenses"!

20130829

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Apresento-lhes um "cadim" de cada alegre e emocionado instante da solenidade de minha colação de grau, que foi celebrada no dia 24 de Agosto de 2013!

Fui a única formanda da turma. Durante o discurso solene imaginei que eles, meus colegas, estivessem ali, comigo... Fiquei um tanto melancólica, apesar do feliz CISCO que sempre caía nos meus olhos! Saudades, viu!


Cursos contemplados: Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciências Contábeis, História, Letras, Processos Gerenciais e Recursos Humanos.



A indefectível Continência!


Hino Nacional.
[Da direita para a esquerda, na primeira fileira, sou a primeira criatura.]


Proferimento do Discurso. [Ói eu!]


=]



Tudo azul!


A seguir, eis o discurso escrito e proferido por mim, em nome do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.


Digníssima Professora Carmem Costa, Diretora da Universidade Norte do Paraná, polo Sete Lagoas,
Digníssima Professora Norma Gonçalves, Coordenadora Pedagógica desta instituição,
Digníssimos Paraninfos,
Senhores Pais,
Senhoras e Senhores,
Caros Colegas Bacharéis, Licenciados e Tecnólogos,

Boa noite,

Dedico este discurso a todos aqueles que creem que a verdadeira inteligência reside na simplicidade de coração.

Éramos os “solitários” - a famigerada turma de graduação da UNOPAR que frequentava a instituição aos sábados pela manhã. E ali, nós, os “maiores abandonados”, sempre exigíamos um pouquinho mais de atenção para com o nosso futuro, sedentos de surpresas – que por vezes, eram verdadeiros disparates!

A partir de agora, entramos para o seleto array da história da Universidade Norte do Paraná, pois que constituímos a única – e que provavelmente não existirá mais – turma de graduandos matinais. Vejam o quão somos especiais, caros! Pois bem, apresento-lhes o exército de uma só Soldada (ou "Fuzilêra", como quiserem!) – “Senta a pua”!

Foram três anos de muita luta, gana e sangue frio. Lágrimas, ora de contentamento, ora de frustração, e suor nos verteram a face, do início ao fim. Que bela trajetória, n’est pas? Muito comum a todos os presentes!

Alguns colegas, ressequidos pelo pó da estrada, e outros, contaminados por seu sangue hirudo, ao longo da caminhada nos acenaram o “adeus” e prosseguiram sua marcha por outras sendas. E eis-me sobrevivente, a própria Heroína Irônica, a pronunciar em nome de esperanças latentes.

Agradeço a Deus, aos entes queridos e a toda a equipe UNOPAR – máxime aos Professores, Mestres e Doutores que, nesse infinito loop, conduziram-nos com boa-fé segundo uma lógica difusa elevada à quarta dimensão. Aos colegas, eternos guerreiros, presto-lhes especial homenagem pelos grandes momentos de “Coração de Estudante”. Por fim, dou graças aos “fugazes errantes” que cruzaram meus tortuosos caminhos e que, desde todo o sempre, acreditaram no meu potencial.

Estamos imersos na Era da Informação. Da Informação que paira sob a forma de bits acelerados, e que nunca para. Eis o “Admirável Mundo Novo”, lavrado pela incólume Globalização.

A Informação é o bem mais precioso na atual sociedade. E é com a sistematização da Informação que nós, profissionais em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, lidamos. Não é tarefa trivial, pois que estamos a manipular dados provenientes de máquinas e de pessoas, ao mesmo tempo.

Através da análise de documentações e de profundos estudos, somos nós quem concebemos, projetamos, modelamos e implementamos sistemas computacionais (desde uma simples calculadora a um calculista robô).

Grosso modo, poderíamos equiparar o nosso papel ao dos Arquitetos e Urbanistas, e, consequentemente, comparar o processo de desenvolvimento de um sistema à execução de um projeto arquitetônico-urbanístico. A excelência na análise dos diversos tipos de demandas faz com que todo esse processo torne-se bem-sucedido e corresponda às expectativas em todos os níveis – a satisfação do usuário, a robustez do software e também a produção de novos modelos cognitivos e de negócios.

Pois abram bem as janelas e sintam o aroma das macieiras! Porque esta etérea ópera encontra-se no rompante!

Como diria Torquato Neto, grande poeta da efervescência contracultural brazuca, "O futuro é hoje, cabe na mão"!

EM RISTE! AVANTE! ADSUMUS!
Muito obrigada!

20130828

Hipócritas de Hipócrates

"Eu, solenemente, juro consagrar minha vida a serviço da Humanidade. Darei como reconhecimento a meus mestres meu respeito e minha gratidão. Praticarei a minha profissão com consciência e dignidade. A saúde dos meus pacientes será a minha primeira preocupação. Respeitarei os segredos a mim confiados. Manterei, a todo custo, no máximo possível, a honra e a tradição da profissão médica. Meus colegas serão meus irmãos. Não permitirei que concepções religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre meu dever e meus pacientes. Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção. Mesmo sob ameaça, não usarei meu conhecimento médico em princípios contrários às leis da natureza.
Faço estas promessas, solene e livremente, pela minha própria honra."


(Bonito, jurar isto ante a consagração da profissão, não?)

20130821

Todos convidados!


O convite foi desenhado e escrito por mim.

20130819

Modus vivendi

Sou um dromedário dentre uma cáfila de camelos.

20130816

Faz tempo...

Cozinhando os miolos em uma grande panela.
Porque tem pensamento concentrado demais, por ora!

20130812

Crianças, devagar!

20130804

Exigência Existencial II


[...]
"Se peut-il qu'il y ait l'un de nous qui joue
A tendre l'autre joue?
Si c'est vous,
J'absous..."
("Pourquoi Vous?" - Françoise Hardy/Calogero)


Na imagem, Françoise Hardy.