20101118

P'AUNUKÚ! - Pasquim à la che paura (oui, sì!)?



[Idos de 2000 a 2001. Flertando com o Terceiro Milênio. Eis então que a Arquitetura/UFMG honrosamente recebeu o "P'AUNUKÚ!". Eduardo Alvim, grande companheiro, e eu, erigimos esse esplendor de obra anarquitetônica. Duas pauladas, apenas. Edições espaçadas por um mês, mas nada paulatinas. Paúra suficiente pra moçada (se) paulificar. Interessante, no mínimo. Ah, tremenda e respeitosa saudade!]

20101111

Maria da Penha

Resgatei-a duma tenebrosa fornalha. E, diga-se de passagem, ambas temíamos aquela forte tempestade.
Sempre-livres-e-vivas-rosas?
Empenhadas!
Dou o meu sangue.

20101110

Da Honesta Intensidade

"De tudo quanto se escreve, somente me agrada aquilo que alguém escreveu com o próprio sangue. Escreve com teu sangue, e descobrirás que o sangue é o espírito." (F. W. Nietzsche)

Voilà!


Homenagem à admirável, à eterna moça das rosas.
Talento e feminilidade. Françoise Madeleine Hardy (Paris, 17/01/1944) é cantora, compositora, atriz e astróloga. Adentrou a carreira musical aos 17 anos, quando assinou contrato com a gravadora Vogue. Emplacou, em 1962, seu primeiro grande sucesso, "Tous Les Garçons Et Les Filles". Desde então, foi aclamada internacionalmente pelo público e pela crítica. Ao mesmo tempo, tornou-se um ícone de beleza e elegância. Em 1967 casou-se com Jacques Dutronc, seu eterno parceiro, e com ele teve um filho, Thomas, em 1973. Dutronc sempre desempenhou um papel fundamental na carreira de Hardy, na medida em que estimulou-a a compor e a cantar. Diga-se de passagem que a afinidade entre ambos é tremenda! Muitas das famosas canções de Hardy foram compostas assim, entre mulher e marido. Ela ainda atuou em alguns filmes clássicos, como "What's New, Pussycat?" (ING/EUA, 1965) e "Grand Prix" (EUA, 1966). Mas a sua versatilidade não pára por aí! Publicou vários livros de astrologia e continua resplandecente em sua carreira musical.
HonRosa Françoise: modelo de mulher. A ela, toda a minha reverência!

"La Nuit Est Sur La Ville" (excerto).

20101108

Aquarela ENÊMICA (Anêmica?)

Mesclemos um azul aqui, cor-de-rosa ali, amarelo e branco acolá... Voilà! Que poética, que admirável misturinha de cores!
Novamente a equipe do MEC/INEP(TO) amarelou geral. Sim, a EN(D)EMIA revelou-se ANEMIA! Lamentável diagnóstico.
Aqui protesto por todos aqueles estudantes que deram seu SANGUE pelas tão cultuadas provas ENÊMICAS.
Nota VERMELHA pro ENEM! Bela falácia, perfeita inépcia! Um verdadeiro desastre na Linha Amarela!
"Isso é uma vergonha", já diria o ícone Boris Casoy.

20101104

Jogo X Jugo

Mais dia, menos dia, JULGAREMOS (à boa sorte, amém!) o plástico-nosso-de-cada-dia.

20101103

Vamos, vámonos!

ENEM no preto-e-branco. Sem matizes. DITADURA(?)!
Vocês podem alter(n)ar os "caracteres especiais", certo?

[Cotas para Humor Negro, JÁ!]

Intervenção Urbana


(Será isso duvidoso?)

20101029

Quiçá

"Depois da Guerra vão nascer lírios nas pedras, grandes lírios cor de sangue, belas rosas desmaiadas." (Vinicius de Moraes)

20101027

Fuzilando o ENEM 2010


Como todos já devem saber, estamos às vésperas da realização do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), tão "cultuado" atualmente. Absurdamente, para as avaliações deste ano, o pessoal do MEC/INEP(TO!) PROIBIU o uso de LÁPIS e BORRACHA, sendo permitido apenas o uso de CANETA PRETA! [Sim, até a (ausência de) cor foi estipulada!]
Lembro-me de que, enquanto cursava o terceiro ano do Ensino Médio (1999), o ENEM (NENÉM!) nascia. Recusei-me, não sei por que cargas d'água, a fazer as provas (já tão "almejadas"!), contrariamente à maioria, que se inscreveu e participou do enorme rebanho "EN(D)ÊMICO". Uma febre, uma epidemia!
Hoje posso (e devo) dar o meu depoimento a partir do acompanhamento dessa catastrófica trajetória.
Já não compreendo mais o(s) sistema(s) de avaliação. [Seja lá o que for! Ensino Fundamental, Médio, Superior, "Pós(?)", et cetera e tal!]
Tudo é questionável e duvidoso quanto à Educação no Brasil.
Educação? Que Educação é essa, que se restringe à confiança tão-somente no uso da caneta-permanente-e-firme?! [Isso dá uma grande metáfora!]
Ora, lápis e borracha são elementos imprescindíveis a qualquer tipo de elaboração, seja textual, "rascunhal", artística! São FUNDAMENTAIS! Uê! A gente não aprende o "bê-á-bá" assim?!
Agora imaginem se o Teste de Einstein (acima, realizado por mim dentro de mais de 20 minutos) "desabasse" numa dessas provas! [O que não seria tão improvável para o INEP(TO), que tá realmente SURTADO!]
Pra quem ainda não sabe, o nível das provinhas "ENÊMICAS" equipara-se a isso! Pensem bem... Que beleza, resolvê-las sem a velha guerra Lápis-e-Borracha!
Non plus ultra nonsense!

Ah, e "videiem" também o que o Professor Ramon Lamar escreveu sobre esse tema, aqui. Vamos em frente com esse protesto!

[Observação à imagem: eis o raciocínio fiel, com todo o meu potencial caótico. "Passado a sujo", original. Sem firulas.]

Experimentem o Teste de Einstein aqui, ó.