A criatura vingativa se encontra despreparada até mesmo diante de seus próprios erros.
20161021
20151223
Dr. Apple
Era tudo aquilo que gostaria de ver e sentir, não é? (A oitava efervescência, provavelmente.)
Descanse na plenitude de sua psicodelia. E, por favor, sempre nos envie um sinal intergalático!
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
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2:54 PM
Ninguém na trincheira.
20150824
Loucura e Mediocridade
Essa "normalidade" facilmente escreve nas testas dos "diferentes" a palavra LOUCURA: apenas mais uma estigmatização, o que sempre dependeu da cultura e do espaço-tempo vigentes.
Mas esses tais medianos - ou melhor, medíocres - mal sentem o que significa isso.
Acredito, de coração, que a loucura seja um fenômeno natural onde raras pessoas manifestam e experimentam o seu âmago. E é dessa maneira que tais "não-normais" corajosamente expressam a sua capacidade de se libertar de suas zonas de conforto (paradoxal e honestamente, não de todo).
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
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2:20 AM
Ninguém na trincheira.
20150806
20150613
Breve Homenagem a Fernando Brant
P.S.:
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
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7:52 PM
Ninguém na trincheira.
20150608
Descartável ou Exclusivo?
Isso reside basicamente no seguinte: a primeira atitude potencialmente eliminará algo/alguém das nossas vidas. Já a outra dependerá de certos fatores subjetivos, como os limites psíquicos de cada indivíduo, por exemplo.
Escolher pode se tornar uma tarefa tortuosa, por vezes. Todos os dias desistimos e abrimos mão de certas coisas com aquela dor no coração e com uma certa sensação de impotência diante de algum percalço, não é mesmo?
Pois saibam que inconscientemente reservamos algumas dessas escolhas a um lugarzinho especial da nossa existência: os nossos sonhos.
E quem é que nunca perseguiu um velho sonho com medo de frustrar-se? Sim, é verdade! Só que os sonhos sempre existirão, de forma imanente, a não ser que desistamos (conscientemente) deles.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
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11:10 PM
3 na trincheira.
20150529
Preciosas Minúcias
Algo que adoro fazer é arrancar um sorriso sincero de alguém.
Sempre caminhando pela orla da Lagoa Boa Vista, seja qual for o meu destino, observo as minúcias dos semblantes das pessoas, principalmente de manhã cedinho.
A rotina permanece assim, há muitos, muitos anos: garis um tanto melancólicos(as), bêbados(as) errantes, idosos(as) carrancudos(as) e rabugentos(as), jovens perdidos(as) devido às drogas... A partir de então, tomei a minha posição e reagi.
Faz uns 5 anos que comecei a cumprimentar cada um que passasse por mim. E, claro, os garis, que muitas vezes permanecem por muito tempo no mesmo lugar! Vocês não imaginam como a expressão de surpresa e o sorriso surgiam! - Ao longo do tempo, nem era preciso abrir a boca para cumprimentá-los, já que rapidamente percebiam a minha presença! Como era bom...! Infelizmente, hoje não sei para qual lugar da cidade se mudaram.
No entanto, a maioria (traduzindo: a parcela medíocre da população da cidade) me encara com estranheza enquanto eu simplesmente desejo-lhes um ótimo dia!
Ah, sobre as flores! Ao perceber alguém triste se aproximando de mim, lhe ofereço o presente. Para as pessoas idosas também. Parece que acontece uma catarse dentro de seus corações! É tão belo, que me emociono.
Certo dia fui reconhecida pelas ruas por uma senhora. Ela tinha recebido uma flor e um carinhoso abraço da Carolina, aqui. Eu a reconheci, também! Foi um momento mágico! Ela me agradeceu por aquele momento, dizendo que seu dia ficou mais colorido! Ambas nos emocionamos.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
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12:16 AM
2 na trincheira.
20150526
Muito mais do que Homenagem: uma Declaração de Amor
Magnífico registro das Bodas de Prata dos meus avós.
Foi no dia 26/02/1955. O mais interessante é que eu estava me lembrando deles, por esses dias. Que Deus os tenha.
Tio Marcílio, o primeiro garoto sentado, era o "dedo-duro" e o desafiador dos irmãos. Mesmo assim, segundo Papai, sempre teve bom coração. Atualmente é um empresário de sucesso. Inclusive, batizou o seu edifício comercial, no centro de Sete Lagoas/MG, com os nossos sobrenomes.
Um fato marcante é que, quando o caçula Marcos (na foto, o garotinho de suspensórios) nasceu, Papai chamou-o de "Dida". Meus avós o advertiram com "Não, Maurício; é Marcos!" - e Papai logo retrucou: "Não! É Dida!" - E não é que o apelido "pegou"? Hoje, Tio Dida é um grande desportista.
Tio Márcio (o guri de pé) escreveu uma obra autobiográfica chamada "Parem o Mundo Que Eu Quero Descer" (2000), ilustrada pelo meu pai. Claro, amava o "Raulzito"! Papai já me relatou com lágrimas emocionadas várias proezas de ambos até suar. Eram muito ligados e próximos.
E o pequeno Murilo (o segundo garoto, sentado), que se foi muito cedo, é um anjo. Ah... E Tio Márcio, "namorado da bailarina" (risos), Deus também está cuidando bem de ti, padrinho! Está feliz com o Murilo? Cuidando bem do pequeno, do Vovô e da Vovó? Espero que sim...
As Tias (exceto a dulcíssima Ninice - já havia escrito algo breve sobre ela, outrora) cantam no grandioso Coral Santa Cecília. Gargantas de Diamante! Algumas delas também exercem seus talentos na pintura.
Afinal, quem desconhece o próprio passado é incapaz de construir um futuro digno!
[Da direita para a esquerda, formando uma elipse: Vovô "Sulico" Juscelino, Vovó "Nema" Noeme, Tia "Ninia" Maria da Conceição, Tia "Maú" Maria Lúcia, Tia "Lelena" Maria Helena, Tia "Ninice" Maria Eunice, Tio Márcio, Tio Marcílio, o Anjinho Murilo, Maurício (Papai) e Tio "Dida" Marcos.]
Créditos da imagem: Acervo Dalton Andrade.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
9:23 PM
3 na trincheira.
20150511
Psicologia da Ciência da Computação
Surpreenda esse(a) macambúzio(a) com os códigos binários - os quais são formados por zeros e uns.
Um dígito "canhoto" de valor zero pode fazer toda a diferença para que o número representado aumente.
Para ser mais didático(a), apresente o sistema de 4 dígitos.
Depois, mostre outros sistemas.
Eis uma sutileza. ;)
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
7:30 PM
Ninguém na trincheira.
Aos Educadores do Brasil
É nossa missão encarar todo e qualquer tipo de chão. De pés descalços.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
7:27 PM
Ninguém na trincheira.




