20080603
"Um mais um é sempre mais que dois"...
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
12:48 AM
Ninguém na trincheira.
20080531
Alphonsus de Guimaraens
Deitas teu corpo em flor no campo claro
e toda ao sol te entregas, matinal.
Um perfume de luz se espalha qual
puro delírio, canto esquivo e raro.
Sorver o aroma, recolher o puro
estremecer de flor, ó pólen, ó mel
que irrompendo de tudo vibra em céu
de água a cair das coisas num futuro
instante de fantástica beleza
e de beijo e de afago e de um supremo
arfar de chama em límpida penugem.
Deitas teu corpo em flor, e a natureza
Funde-se em ti no alto silêncio extremo
de volúpia desfeita em brisa e nuvem.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
1:01 AM
1 na trincheira.
20080529
Inteireza
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
12:39 PM
1 na trincheira.
20080525
20080518
EBAgunça
Escola de Belas Artes: vós sois o iníquo antro escambador!
Apresento-vos, EBA, vossa bela alcunha: Eclésia da Beatice Artística!
Ó, Altíssima Academia! Vossos discursos são comoventes ludíbrios! Quereis angariar mais e mais complacentes carolas a fim de salvardes tais almas de sua penosa indigência?! Oh, decerto...!
À margem de vossos sujos ditames e cânones, cá estou. Eis a voz da resistência. Eis a vez do contrapoder.
Questionemos, pois, a suposta (IMPOSTA, NON?) "hierarquia" entre ARTESÃOS, ARTISTAS e ARTISTÓIDES.
O "pseudo" reinaria, enfim?!
Breve, dEBAndarei... Este é meu derradeiro manifesto acadêmico. Com muito louvor.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
8:25 PM
Ninguém na trincheira.
20080515
Orang-e = Orang-utan
Maquiavélicos símbolos!
Por fim, eis que (do)minam os fracos.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
9:13 AM
Ninguém na trincheira.
20080508
De que vale a pasteurizada "erudição", por fim?
"O sucesso dos grandes eruditos e pensadores assemelha-se ao dos cortesãos, não é um sucesso de soberano ou de homem. Arranjam meios de viver sempre em conformidade, da mesma forma que o fizeram seus pais, e de modo algum são os genitores de uma raça de homens mais nobres." (Henry David Thoreau)
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
11:38 PM
Ninguém na trincheira.
Meu Homem
Tu emanas a harmonia, de tal fervor, sísmica.
Eis o homem a convocar-me o pranto
Junto à sua rítmica tábua de suplícios.
Quanta sinergia, quanto encanto, quanto ardor!
Meu homem, seria eu a tua vítima?
Meu homem, seria eu, de tanto labor, digna?
Teu acalanto, Amor, é elegia de todos os vícios!
Enquanto sinfonia, homem, dizimas-me a dor
Enquanto energia, Amor, afanas-me o real temor.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
11:34 PM
Ninguém na trincheira.
20080505
Consciência III
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
11:41 PM
Ninguém na trincheira.
20080504
Racio-Símio
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
4:41 AM
Ninguém na trincheira.

