Papelanski & Arnaldo
20171026
AdEvogado Papelanski
Papelanski & Arnaldo
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
9:51 PM
2 na trincheira.
20170628
Redenção II
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
2:05 PM
Ninguém na trincheira.
20170507
Tinoquices
De tanto tino, me desatinei.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
7:43 PM
1 na trincheira.
20170503
Bel-chi-or
É, seu moço! Agora tu perdeste o medo de voar.
Sim, finalmente alçaste a tão almejada liberdade ao teu bel-prazer!
Segura então na mão de Deus e vai com fé, cigano latino-americano!
Créditos da charge: Duke.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
12:53 AM
Ninguém na trincheira.
20170416
Fatal Viral
Como profissional da área de Tecnologia da Informação, aqui expresso a minha profunda indignação e a minha tristeza com relação à periculosidade das coisas que circulam pela Internet.
A vulnerabilidade das pessoas ante o universo virtual é crescente, e crianças e adolescentes se tornam cada vez mais o público-alvo de muitas atrocidades psicopatas. No mínimo.
Foi noticiado o Desafio da Baleia-Azul nessas últimas semanas. Esse "jogo" causou frisson no mundo inteiro por parecer ser um confronto cinematográfico com a dor e, por fim, com a morte.
Dados revelam que, desde 2015, centenas de indivíduos no mundo morreram através dessa hipnose coletiva. Sim.
E eis que manifesto o meu asco, a minha lamentação: até onde essa falta de humanidade dessas roletas-russas em forma de "reality games" irá?
E mais... Senhores pais, responsáveis e afins, continuem a presentear os seus pequenos com celulares e computadores sem o devido controle! É nisso que dá! Agora enxergaram? Ou será que o medo de uma "cria revoltadinha" lhes causa mais receio? O buraco é mais embaixo, caros ADULTOS!
Pensem bem, corações e mentes!
Isso é um pouco do todo.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
3:46 AM
1 na trincheira.
20170406
N.O.M.
Haja!
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
2:51 AM
Ninguém na trincheira.
20170405
Aphorismo 188752
Meu silêncio, cioso de novas canções, agora sacia-se com antigos sibilos.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
12:21 PM
Ninguém na trincheira.
20161108
"With a Little Help From My Friends"
É que eu havia adormecido sob um frondoso ipê-amarelo na tarde anterior, depois de um dia cheio - estava à procura de um lago para me banhar. Mal-sucedida a missão, decidi, pelo cansaço, repousar ali mesmo. E antes de dormir, minha última visão foi meditativa: emudecida, eu conversava com o céu, com as formigas, com as árvores, com as aves, com as flores e as folhas que me acolhiam. Então, pouco a pouco, entrei num transe até a manhã seguinte.
A tal da dor que me acometeu atingiu justamente a cintura. Foi uma abelha que tinha “invadido” o meu estado letárgico. Em poucos minutos, ainda que recém-acordada e perturbada por um sonho estranho, tentei retirar o ferrão. Me ajeitei, comprimi fortemente a região que doía, e segui pela esquerda. Já estaria melhor em pouco tempo.
Voltei a caminhar a largos passos.
Quando atingi o ponto alto da escarpa florestal, encontrei uma rodovia muito sinuosa e estreita. Era quase impossível atravessar o asfalto. Porém, analisando rapidamente a situação, avancei um pouco.
De repente, um enorme e ofuscante ônibus em alta velocidade me surpreendeu. Já que eu estava ali, à mercê de ter avançado mais dois passos, me encolhi por baixo dele, e consegui cumprir o meu objetivo: chegar ao outro lado.
Mas eu mal sabia por que é que estava tão convicta dessa ideia. Que obsessão seria essa, apesar do desnorteio e da dor?
A partir daí, caminhando “grudada” - e com os pés cada vez mais pesados - pelas escarpas pedregosas que margeavam o sentido que eu seguia, comecei a sentir muita sede. E toda sorte de veículos que transitava jogava-se contra o meu corpo. Só que eu me sentia cada vez mais forte.
(Passos acelerados e muito chão.)
Exausta, à tardinha, quando percebi um som cavernoso dentre as pedras da escarpa, encontrei um túnel em forma de caracol. Ousei adentrá-lo. Não era nada largo, tinha a temperatura baixa, umidade altamente concentrada e era muito, muito longo.
E o que foi que vi no fim desse labirinto? Bolhas gigantes (algumas envolvendo apenas uma criatura; outras, abarcando mais pessoas ou então se fundindo), e finalmente, o sol que me deixa hipnotizada. Havia muita gente, também.
Alguns me reconheceram e logo quiseram que eu me entrosasse com aquele bando de fanfarrões.
Acontece que eu apenas queria beber água e também nadar. Estava febril e delirante.
De qualquer forma, aceitei o convite, e ao mesmo tempo reconheci todas aquelas figuras - eram alguns dos meus ex-colegas das três universidades que cursei. Guardo em minha memória a clareza de seus semblantes amadurecidos e descontraídos.
Depois que o "estranhamento" se dissipou, me diverti um pouco, consegui reatar algumas amizades e até mesmo perdoar certos desafetos. Eu queria ajudá-los, e eles também. Me senti em paz.
Anteriormente, sozinha, eu estava literalmente na escuridão. Cega.
Acordei sorrindo.
[Registro de um sonho.]
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
3:09 PM
3 na trincheira.
20161021
Aphorismo 5405373
A criatura vingativa se encontra despreparada até mesmo diante de seus próprios erros.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
1:40 AM
Ninguém na trincheira.
20151223
Dr. Apple
Era tudo aquilo que gostaria de ver e sentir, não é? (A oitava efervescência, provavelmente.)
Descanse na plenitude de sua psicodelia. E, por favor, sempre nos envie um sinal intergalático!
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
2:54 PM
Ninguém na trincheira.






