Enleia-me eternamente em tua perfeita espiral!
20080429
O Fio de Ariadne
Enleia-me eternamente em tua perfeita espiral!
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
5:44 PM
Ninguém na trincheira.
Dois Minutos de Ódio
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
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2:38 PM
Ninguém na trincheira.
20080426
Aphorismo 655321
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
11:25 AM
Ninguém na trincheira.
20080425
O que significa isso...?
Delírio?! Ah! Ainda não, meus caros! É tão-somente uma mera escolha... A de não me fazer compreender! Então questiono: encontrastes, decerto, vossos coerentes fins - e será que eles justificam os vossos supostos meios?
(Perdi o "raciocínio", confesso.)
Qualquer coisa é válida.
Então louvo e legitimo qualquer contra-senso.
(VIVA!)
Eis a minha palavra, por ora.
Aguardai a real demência.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
1:36 AM
Ninguém na trincheira.
20080422
Todo o Vigor
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
3:55 PM
Ninguém na trincheira.
20080418
Tratamento Ludovico
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
9:58 PM
4 na trincheira.
Um Sonho na Tempestade
Com todas as minhas forças, eu lutava para atingir o último platô. Minha meta parecia-me cada vez mais remota e impossível, pois que sempre deslizava ou então prostrava-me ante aquele solo hostil. Machuquei-me muito. O fluido vital banhava-me. Meu sangue era de um vivo verdor. Cheguei a desesperar-me de tanta dor.
Em outros momentos, agarrava-me a alguns galhos de plantas que margeavam as sendas. Mas elas tinham enormes espinhos. E esses impiedosos acúleos cortavam-me a carne feito navalhas.
Quando finalmente consegui alcançar as alturas, uma fortíssima e aplacadora chuva atingiu-me. Era um verdadeiro dilúvio. Vencida pela bravura da tempestade, caí de volta ao platô inicial.
Muito ferida e cansada, recomecei a luta. Parecia-me eterna. Mas um sonho, um grande e nobre sonho, impulsionava-me. E persisti com a leda esperança em meu coração.
(Registro do último sonho.)
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
2:19 PM
Ninguém na trincheira.
20080410
Rastro, Registro, Memória
Eis a verdadeira intensidade. Aquela que, de fato, faz dobrar os sinos.
Tenho dito.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
12:09 AM
Ninguém na trincheira.
20080405
Senso Comum
É como se a efemeridade da vida fosse, na verdade, uma ENFERMIDADE!
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
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5:58 PM
Ninguém na trincheira.
20080311
O Ausente
Diante do Ausente, não sossego a tez
Contemplo o vácuo, contemplo a falta
A falta de seu peito, a falta do compasso
de nossos corações, poeticamente sintonizados.
Diante do Ausente, não sou mais a mesma
Disperso-me na turva névoa, no vazio espaço
que meu coração reclama, atormentado
E desvaneço-me, como consolo, em lágrimas de Amor.
Diante do Ausente, enfim, esmoreço
Esmoreço ante a solidão e a tortura de apenas ser
Ah, meu Amor! Quero-te aqui, ao meu lado!
Vem logo, meu doce camponês!
Meu semblante, sem ti, é lasso
Refeitos em delícias e em mágoas, fomos batizados
pelo sangue, pelos prazeres e pela dor.
Toquemos, com coragem, pra fora de nossa casa,
a tristeza que o Poeta disse não ter fim.
Diga-me que isso é só o começo, Amormeuzinho!
Eis o início de uma reviravolta, a hora de termos paz!
Tornemo-nos um só! Eis a nossa preciosa vez!
Somente contigo quero a plenitude do viver.
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Feérica "Psychedella" Fuzilêra
às
10:21 AM
1 na trincheira.
